• Jellyfish
  • Koala
  • Quer aparecer aqui? Torne-se um Parceiro

    Seja visualizado por milhares de pessoas.

  • Tem uma matéria? Gostaria de compartilhar aqui?

    Colocamos aqui a sua história, materia...

FEATURED

Ultimas Noticias

AD (728x90)

Estudante representa Alagoas nos Jogos Paralímpicos



Erica Ferro, estudante do oitavo período de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), será uma das competidoras da natação no 2º Jogos Paralímpicos Universitários, evento organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). A competição será realizada no Centro de Treinamento Paraolímpico, no período de 26 a 29 de julho, em São Paulo. Este ano serão mais de 250 atletas de todo o país.
A estudante integra a equipe de natação paraolímpica da Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (ADEFAL) desde 2004. Hoje, aos 27 anos, a atleta considera que o esporte foi essencial para melhorar a sua qualidade de vida e para a sua integração em sociedade. “Eu nado por amor, porque isso me faz bem não só fisicamente, mas mentalmente”, diz. A natação já lhe proporcionou muitos momentos ímpares, bem como lhe rendeu títulos e medalhas. Erica nadará os 200m medley, 50m livre e 100m costas. Suas provas serão na sexta e no sábado.
Sobre o evento, Erica ressalta: “É uma honra e uma alegria nadar uma competição universitária. Reconheço que a discriminação para com a pessoa com deficiência diminuiu bastante, se comparado a outras épocas, e que hoje temos mais oportunidades de desenvolvermos nossas habilidades, mas, ainda assim, acredito que há muito a ser feito para que nós, PCDs (pessoas com deficiência), possamos nos desenvolver, efetivamente, em toda plenitude. Então, chegar a uma universidade, estar concluindo uma graduação e ainda ser atleta é algo que me deixa muito feliz e realizada. Espero conseguir representar bem a Ufal, a Adefal e o estado de Alagoas!”.

Projeto propõe entregar contas de água, luz e telefone em braile para deficientes visuais






As empresas abrangidas terão 30 dias para se adequar as exigências da lei após aprovada e sancionada (Foto: Reprodução) O deputado Lívio Luciano (PMDB) propôs por meio do projeto de lei n°2330/17, assegurar as pessoas com deficiência visual o direito de receber, sem custo adicional, demonstrativos de consumo de água e energia elétrica e telefonia confeccionados em braile.


De acordo com a proposta, fica vedada a cobrança, por parte das concessionárias de serviços públicos, de qualquer taxa para a implementação desta modalidade de cobrança. As concessionárias deverão divulgar aos usuários a disponibilidade de tal modalidade de cobrança, visando construir um cadastro específico para os clientes.
Cabendo ao usuário interessado na modalidade de cobrança solicitá-la à empresa, que, deverá disponibilizar a opção no Serviço de Atendimento ao Consumidor. As empresas abrangidas terão 30 dias para se adequar as exigências da lei após aprovada e sancionada, e emitir as faturas em braile quando for solicitado pelo usuário do serviço.
Segundo a justificativa do projeto, todos os consumidores devem ter o direito ao acesso à informação, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Logo com a aprovação do projeto, os portadores de deficiência visual no Estado estarão aptos a verificar seus gastos e suas respectivas faturas de consumo, assim receber um tratamento adequado. “Garantir o acesso à informação aos portadores de deficiência visual nas faturas de consumo é o objetivo, já que assegura essas pessoas a receber os demonstrativos consumos em braile, assim poderão adequar seus hábitos às suas necessidades”, afirmou.

FONTE / MAIS GOIÁS

Software para pessoas com paralisia cerebral será apresentado na Grécia


Um estudo pioneiro em Santa Catarina, sobre a usabilidade de uma interface cérebro-computador aplicada a pessoas com paralisia cerebral, realizado por pesquisadores Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), será apresentada, na 10ª Conferência Internacional sobre Tecnologias Pervasivas Relacionadas a Ambientes de Vida Assistida (PEtra, na sigla em inglês), que ocorre, entre os dias 21 e 23 de junho, na Ilha de Rodes, na Grécia.
A pesquisa, de autoria de Alejandro Rafael Garcia Ramirez, professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada (MCA/Univali), em parceria com Jéferson Fernandes da Silva, pesquisador do MCA/Univali, e a Ana Carolina Savall, da FCEE, apresenta dados sobre o desenvolvimento de um sistema chamado de Interface Cérebro-Computador, que vem sendo utilizado na FCEE por pessoas com múltiplas deficiências.
O sistema é formado por um hardware em formato de fone de ouvido com sensores para a região frontal do cérebro e um software desenvolvido pela equipe do MCA/Univali. Na parte física do equipamento, sensores captam expressões, como piscar de olhos ou levantar a sobrancelha, enquanto o software traduz a captação destes movimentos para formar palavras e frases.
O mecanismo é fruto de diversas pesquisas realizadas em conjunto pelas duas instituições, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). As instituições vêm trabalhando conjuntamente, desde 2012, para o desenvolvimento de soluções de comunicação para crianças que sofrem de paralisia cerebral e enfrentam desafios ocasionados por distúrbios motores, especialmente casos complexos, quando a comunicação só é possível por meio de movimentos oculares e o piscar, bem como por meio de pequenos movimentos nas mãos e nos pés.
Mais informações: (48) 3247-8233/99102-9107, com Alejandro Rafael Garcia Ramirez, professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada da Univali.

Cadeirante chegando em garotas?



instagram Abud Sadek: http://instagram.com/abudsadek
instagram Luis Desiró: http://instagram.com/luisdesiro
instagram Pedro Henrique: https://instagram.com/pedor.jpg
facebook: http://facebook.com/abudtv
twitter: http://twitter.com/abudsadek

INSCREVA-SE - SUBSCRIBE: https://www.youtube.com/abudtv?sub_co...

Fomos as ruas com uma cadeira de rodas e chegamos em algumas garotas, será que conseguimos alguns telefones?

Já pensou sentir na pele o que os deficientes físicos enfrentam, diariamente?



Sentir na pele o que os deficientes físicos enfrentam, diariamente, ao sair pelas ruas. Essa oportunidade foi proporcionada às pessoas que passaram pela comercial da 115/116 Sul, na manhã de ontem. Quem quisesse participar recebia, além de uma cartilha informativa sobre os direitos das pessoas com deficiência, cadeiras de rodas, venda para os olhos e bengalas, tudo para sentir na prática os desafios de acessibilidade  nas ruas do Distrito Federal. 
A ação faz parte da campanha Acessibilidade e Cidadania criada pelo Instituto Konverto de Educação para a Cidadania,  em pareceria com a Coordenadoria de Pessoas com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos do DF (Semidh) e a Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF).  
Segundo Melilo Dinis, diretor do Instituto Konverto, o objetivo do projeto é sensibilizar a sociedade e o governo em prol de uma melhor acessibilidade e mobilidade em todo o DF. “Só através da vivência é que começamos a pensar na situação do próximo. A deficiência  não está nas pessoas, mas nas estruturas urbanas e nas atitudes que não acolhem a todos. Falta estrutura urbana não só para deficientes, mas também para idosos, mães com carrinhos de bebê e pessoas que estejam, por exemplo, com uma perna engessada”, explica.
De acordo com Fiamma Barbalho, diretora do Koverto, a meta do projeto é tornar o Distrito Federal um modelo em acessibilidade. “Tem que haver uma conscientização do problema. Não estamos impondo nada e nem cobrando, apenas chamando para vivenciar situações diárias na vida de uma pessoa com deficiência ou dificuldades de locomoção”, afirma. A ideia do grupo é promover uma ação com parlamentares, para que eles vivenciem a situação e elaborem mais leis voltadas para a acessibilidade.  
Dificuldades impressionam jovens
O estudante Alexandre Ferreira, 19 anos, encarou o desafio e testou andar de cadeira de rodas. A sensação foi bem pior do ele imaginava. “Nossa, é muito difícil andar com uma cadeira de rodas. A rampa é mal feita, a acessibilidade é ruim. Além disso, a tração da cadeira faz com que ela empine se tentar acelerar e, por isso, é preciso ir devagar. Não pensei que fosse tão complicado”, relatou.
Já Raphael Vinagre, 20, estudante, enfrentou o desafio de se locomover com uma venda nos olhos, guiado apenas com uma bengala e com a ajuda de um dos diretores do Instituto Konverto. “Realmente, quem não consegue enxergar enfrenta um leão por dia, porque é muito difícil se locomover só com essa bengala. A primeira dificuldade foi a falta de som no semáforo, então não sabia se estava aberto. Além disso, o sinal fecha muito rápido. Não consegui atravessar a faixa toda no tempo”, conta. 
O aposentado Geraldo Barbosa, de 90 anos, passou a andar de cadeira de rodas há seis meses e, nesse período, já se machucou por causa de buracos e desníveis nas calçadas. “Elas são precárias, desniveladas e cheias de buracos. Sem contar que sempre colocam contêineres e lixeiras próximos às rampas, o que dificulta a locomoção. Isso causa revolta e indignação”, relata.

CAMPANHA. Acessibilidade e Cidadania criada pelo Instituto Konverto de Educação para a Cidadania

Publique No Tetraplégicos Online

 

© 2011/2017 Tetraplégicos Online. Todos os direitos Reservados. Siga-nos Nas redes Sociais